Alexandre Pires leva o Pagonejo Bão pelo Brasil unindo pagode e sertanejo em turnê que passa por SP
Projeto gravado em Goiânia traz 25 músicas com sete faixas inéditas e convidados especiais em formato que mistura os dois gêneros
Alexandre Pires está na estrada com o projeto Pagonejo Bão, que une pagode e sertanejo num formato de show que já passou por diversas capitais brasileiras em 2026. O espetáculo, gravado em Goiânia em janeiro de 2025, resultou num audiovisual com 25 músicas, das quais sete são inéditas, e conta com sete participações especiais.
A proposta
O Pagonejo Bão nasce da ideia de cruzar a essência romântica e festiva do pagode com clássicos do sertanejo que marcaram gerações. No palco, Alexandre Pires revisita sucessos do gênero caipira em versões inéditas e intercala com seus maiores hits do Só Pra Contrariar e da carreira solo. O show dura entre duas e três horas, com forte interação com o público.
Apresentações recentes
A turnê passou por São Paulo em setembro, no Espaço Unimed, e por Belo Horizonte no dia 25 de setembro. Outras cidades já receberam o projeto, como Curitiba, Porto Alegre, Dourados e São José dos Campos. Novas datas estão previstas até o fim do ano, incluindo Salvador em dezembro.
Dois gêneros, um palco
O formato reflete uma tendência que vem ganhando espaço no mercado musical brasileiro: a fusão entre pagode e sertanejo. Se antes os dois gêneros dividiam público e horário nobre em festas distintas, agora compartilham repertório e arranjos num único espetáculo. Alexandre Pires, que transita entre os dois universos desde os anos 1990, é um dos nomes com mais legitimidade para conduzir essa junção.
Com aceitação forte de crítica e de público nas praças por onde passou, o Pagonejo Bão deve continuar rodando o Brasil ao longo de 2027.