Festival MADA 2026 tem Marina Sena, Gaby Amarantos, Zeca Pagodinho e Emicida na 28ª edição em Natal
Festival potiguar reuniu alguns dos discos mais comentados dos últimos anos, com Karinah no palco de Zeca e participação da drag Potyguara Bardo no show de Gaby.
O Festival MADA chegou à 28ª edição em Natal, no Rio Grande do Norte, com uma programação dedicada à música brasileira atual. O line-up reuniu artistas que lançaram alguns dos discos mais comentados dos últimos anos, de Marina Sena e Gaby Amarantos a Emicida, Duquesa e BaianaSystem, com Zeca Pagodinho como um dos momentos de maior público.
Marina Sena e Gaby Amarantos
Marina Sena levou ao festival o show de Coisas Naturais, terceiro disco da cantora mineira, e entrou no palco com figurino e pedestal combinando, marca dessa fase. Ela se descreveu como "residente" do MADA. Gaby Amarantos estreou em Natal a turnê de Rock Doido, lançado há pouco mais de um ano, com participação da drag local Potyguara Bardo. "O Rock Doido me deu a oportunidade de mostrar para o Brasil algo muito novo, muito moderno", disse a paraense.
Zeca, Karinah e o samba
Zeca Pagodinho trouxe ao palco Karinah, um dos nomes da nova geração do samba, que se prepara para lançar o álbum As Damas do Samba em novembro. Em conversa com a Billboard Brasil, o sambista disse apoiar a turma que se inspira no repertório dele.
Rap, reggae e cena local
Emicida apresentou a turnê MCMV, do disco Mesmas Cores e Mesmos Valores, em clima intimista, e incluiu "A Chapa é Quente", "Hoje Cedo" e músicas dos Racionais MC's. Duquesa passou pelo repertório de Taurus, o álbum mais recente. O reggae teve a Tribo de Jah, com participação de Célia Sampaio, e a Taj Ma House. Representando a cena potiguar, Leoa, ex-vocalista da Luísa e os Alquimistas, misturou reggaeton, rap e pop, com Kaya Conky como convidada.
A BaianaSystem fez um show de mensagem política e contou nos bastidores que ainda não pensa em planos para o Carnaval. "O Baiana tem um som que é feito para as ruas", disse a banda.
Com 28 edições, o MADA é um dos festivais mais longevos do Nordeste e funciona como vitrine para artistas potiguares ao lado de nomes nacionais.
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