Greta Van Fleet lança Palace for the People nesta quinta e revisita o rock clássico com produção de Mike Elizondo
Quarto álbum da banda de Michigan sai pela Republic Records com 12 faixas gravadas no Tennessee na primavera de 2026
O Greta Van Fleet lança nesta quinta-feira (9) Palace for the People, seu quarto álbum de estúdio. O disco chega pela Republic Records com 12 faixas gravadas no Tennessee durante a primavera de 2026, em sessões coproduzidas por Mike Elizondo, produtor reconhecido por trabalhos com Dr. Dre, Eminem e Fiona Apple.
O título faz referência ao Alexandra Palace, em Londres, apelidado de "The Palace of the People" desde o século XIX. A escolha não é casual: o Greta Van Fleet se identifica com a ideia de música como bem coletivo, e o álbum reflete essa visão em composições que combinam riffs pesados com passagens orquestrais e refrains abertos.
Primeiro single já em circulação
"Saw You Stand" foi o single de apresentação do disco, lançado em julho. A faixa é uma balada de construção lenta que cresce até um clímax com guitarras em camadas, e foi descrita pela crítica como uma das composições mais maduras da banda até agora.
A recepção ao single indicou uma evolução em relação ao álbum anterior, Starcatcher (2023), que dividiu opiniões entre fãs de rock clássico e críticos que apontavam semelhanças excessivas com Led Zeppelin. Palace for the People parece buscar um terreno próprio, com produção mais polida e arranjos que incorporam elementos de folk americano e prog rock.
Contexto e trajetória
Os irmãos Josh, Jake e Sam Kiszka, ao lado do baterista Danny Wagner, formaram o Greta Van Fleet em Frankenmuth, Michigan, em 2012. O grupo ganhou projeção internacional com o EP Black Smoke Rising (2017) e o álbum de estreia Anthem of the Peaceful Army (2018), vencedor do Grammy de Melhor Álbum de Rock.
Desde então, a banda se tornou um dos nomes mais consistentes do rock ao vivo, com turnês que lotam arenas na América do Norte e na Europa. Palace for the People é o disco que pode consolidar sua identidade criativa além das comparações com o rock dos anos 1970.
