Segundo episódio de Meu Nome é Preta revela início da carreira musical de Preta Gil
O segundo episódio da docsérie Meu Nome é Preta chegou ao Globoplay em 27 de julho e aprofunda os anos de transição de Preta Gil da publicidade para a música. A produção reconstrói o período em que a cantora viveu em São Paulo, aborda sua relação com o ator Otávio Muller e a chegada do filho Francisco Gil.
A série, dirigida por Mini Kerti e produzida pela Conspiração, estreou em 20 de julho, um ano após a morte da cantora. São quatro episódios semanais, lançados às segundas, com o capítulo final programado para 8 de agosto, data do aniversário de Preta.
O primeiro episódio está disponível para não assinantes do Globoplay. Os demais exigem assinatura. Entre os entrevistados estão Flora Gil, Regina Casé, Marina Lima, Ana Carolina, Amora Mautner, Pedro Baby e Marina Morena.
A diretora Mini Kerti descreve a série como um retrato da pessoa cheia de vida, movida pela intensidade, pelos afetos e por uma coragem própria. O episódio também revisita o lançamento do primeiro álbum de estúdio de Preta, cuja capa gerou repercussão imediata pela nudez da artista.
Filha de Gilberto Gil, Preta se tornou uma voz independente na música brasileira, à frente do Bloco da Preta e de causas ligadas à diversidade e à autoestima. A docsérie faz parte do projeto Quanto Mais Preta, Melhor, que reúne homenagens ao legado da cantora no Globoplay.