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MC Cabelinho mergulha no amor e na solidão com o álbum ESCORPIÃO

Sexto disco de estúdio tem nove faixas, participações de Marina Sena e lançamento com show de drones em Copacabana

por Rapha Montenegro·30 de set de 2026
MC Cabelinho mergulha no amor e na solidão com o álbum ESCORPIÃO
Divulgação

MC Cabelinho lançou ESCORPIÃO em 28 de setembro, sexto álbum de estúdio de uma carreira que começou no funk carioca e se expandiu para o rap, o pop e a música autoral. Com nove faixas, o disco é descrito pelo artista como uma experiência de escuta contínua, pensada para ser ouvida do início ao fim sem interrupções.

Conceito e faixas

O título faz referência ao ascendente astrológico do cantor, aquariano de sol. Segundo Cabelinho, a mistura entre Aquário e Escorpião traduz bem sua personalidade e inspira os temas do disco: relações amorosas, desejo, solidão e as marcas emocionais deixadas por histórias que não se resolveram.

Entre as faixas estão NÃO ME COMPARE, PONTAS NO CINZEIRO, ESCORPIANA, RÓTULOS, FALSO 9, SOLITÁRIO, VENENO, JOGO PERDIDO e O TRISTE FIM. A produção ficou a cargo de Palma, BAMMA, Dallass e Qually, com participações de Twisco, Lodoni, H4lfmeasures, Janluska e João Santos.

Participações e colaborações

O álbum traz Marina Sena, Klisman e Alee como convidados. A presença de Marina Sena reforça uma aproximação entre o universo do funk e do pop alternativo brasileiro que os dois já vinham ensaiando em aparições ao vivo.

Lançamento com drones em Copacabana

A estreia de ESCORPIÃO foi celebrada com um evento nas comunidades do Pavão-Pavãozinho e Cantagalo, no Rio de Janeiro, incluindo um show de luzes com drones entre Copacabana e Ipanema. A capa e a contracapa foram criadas pelo artista visual Davi de Jesus do Nascimento, com design gráfico de Caio Esgario.

Davi de Jesus, nascido no Complexo do Alemão, já trabalhou com Cabelinho em projetos anteriores. O visual do álbum reforça a identidade carioca que permeia toda a sonoridade do disco.

Trajetória recente

ESCORPIÃO chega após o álbum Não Sou Santo Mas Não Sou Bandido (2024) e o projeto colaborativo PALÁCIO DE LONA com Tz da Coronel. O novo disco marca um retorno ao trabalho solo com foco em composições mais intimistas e arranjos que misturam batidas de funk com elementos de R&B e trap melódico.

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